Quando a Justiça encontra a IA, as decisões não podem deixar de ser humanas
O problema surge quando a Inteligência Artificial deixa de ocupar um papel auxiliar e passa a interferir naquilo que constitui a essência da jurisdição: interpretar fatos, valorar provas e construir argumentos jurídicos capazes de justificar uma decisão. Julgar não equivale a reproduzir padrões estatísticos nem reorganizar precedentes de maneira automática. Anderson Schreiber (*) A entrada…
